terça-feira, 15 de abril de 2014

Corrigindo o DsRemoveDsServerW erro 0x5 (Acesso negado.) - ntdsutil


Documento: Corrigindo o DsRemoveDsServerW erro 0x5 (Acesso negado.) pelo ntdsutil
Objetivo: Permitir que seja possível remover domínios antigos WS2003
Organização: Windows Server 2003 / 2008 / 2012

*******************************************************************************

Sofri um pouco no começo quando peguei um cliente com uma floresta WS2003 que já começara a migração para WS2008 / WS2012. Via de regra, para subir o nível funcional da floresta, é necessário que não haja mais controladores de domínio da versão anterior, até ai tudo bem.

Mas por incrível que pareça, alguns controladores de domínio com o Windows Server 2003 se recusam a serem rebaixados (por assim dizer). Dai vamos ao bom e velho NTDSUTIL e para nossa surpresa, aparece o erro de DsRemoveDsServerW erro 0x5 (Acesso negado.).

Primeiro passo é eliminar o óbvio e corrigir as permissões de acesso do usuário, GPO´s aplicadas, etc... etc... etc. Se nada disso der certo, ai vai uma forma bem útil de corrigir o problema.

1) Vá até o servidor com o Windows Server 2003 e use o dcpromo /forceremoval e assim que o processo finalizar, desligue o servidor.

2) Use o ADSIEdit no executar e faça os passos abaixo:
  • Abra o Domain NC container.
  • Abra o DC=Your Domain Name, DC=COM, PRI, LOCAL, NET (onde estão os dados do seu domínio)
  • Abra a OU=Domain Controllers.
  • Localize o AD que quer remover CN=domain controller name, e delete

Obs.: Estou considerando a possíbildiade de você já ter movido as FSMO para outro servidor. Lembre-se que o WS2003 trabalha com PDC e BDC.

3) Ainda no adsiedit.msc:
  • Abra o CN=System.
  • Procure o CN=File Replication Service.
  • Abra o CN=Domain System Volume (SYSVOL share).
  • Apague o controlador de domínio WS2003 se estiver constando aqui.


4) Ainda no adsiedit.msc em Domain NC container.
  • Vá até o CN=System.
  • Procure o Trust Domain object, e apague a conexão com o servidor antigo WS2003 que estava ativo.


Pronto... isso deve resolver o problema. Abaixo tem a documentação Microsoft oficial com o caso. É lógico que nem preciso dizer que você deve manter um BKP de toda a estrutura antes e se certificar que esta apagando o servidor correto.

Se sentir dúvidas valide a documentação oficial abaixo.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

SORTEIO - Livro Planilhando com Excel 2013


Amigos, para comemorar o lançamento do meu livro de Excel, farei o sorteio de um exemplar. Para participar basta clicar no link da promoção e seguir os passos para o sorteio. Estou utilizando o sistema sorteie.me no Facebook.


É possível ler uma prévia do que aborda o livro, lá no site do clube dos autores (www.clubedosautores.com.br) na parte de informática. (Livro na Loja virtual).

Obrigado amigos e boa sorte.

Abs

Eduardo Popovici


Atualize o Windows 8 para 8.1 rápido e fácil - Veja como fazer.


Documento: Atualização do Windows 
Objetivo: Atualizar o Windows 8 para 8.1
Organização: Windows 8 e 8.1

*******************************************************************************
Antes de seguir os passos abaixo de uma olhada no seu Windows Update. Geralmente as atualizações ficam guardadas lá, inclusive o Update para Windows 8.1.




Você recebe a mensagem de atualização do Windows 8 para a Windows 8.1 e quando clica vai para a loja virtual e... nada. Não acha nem mesmo sabe onde procurar.

Bom, ai vão os links para quem quer baixar a atualização do Windows 8 para 8.1. No meu caso baixei a versão para 64 bits (KB2919355) e funcionou perfeitamente.


OBS.: Leia atentamente as informações pois existe uma ordem para a instalação.

É importante ler a documentação oficial que fala sobre a localização dos arquivos na loja, porém pelos links diretos achei bem mais simples.









quinta-feira, 3 de abril de 2014

Cliente não compra serviços, adquire satisfação de suas necessidades




Documento: Inteligencia competitiva 
Objetivo: Análise humana dentro da TI
Organização: Governança de TI

*******************************************************************************
Clientes não compram produtos ou serviços, compram a satisfação de suas necessidades. Essas necessidades tornam-se mais difíceis de ser atendidas, quando se trata de serviços. Então, é necessário perguntar continuadamente: o que os nossos clientes querem?
Quando falamos em cloud solution, imaginamos um novo produto ou serviço que possa ter seu valor agregado e seu custo reduzido dentro das empresas ou até para usuários finais. Mas não podemos deixar de lado a real necessidade, que leva os clientes a adquirir esse tipo de solução.
A satisfação das necessidades dos clientes, sejam elas comerciais ou de lazer, depende da sua realidade a cada momento. Essa realidade muda por diversos fatores, inclusive os subjetivos (lembra da versão da Pirâmide de Maslow do meu último post?) Qualquer empresa que se proponha a entregar um serviço precisa levar isto em conta, indo além de suas obrigações de contrato. O processo e os procedimentos internos devem fornecer o contrapeso entre o necessário e o aceitável, sendo a entrega feita da forma mais rápida possível e uniforme.
Serei mais objetivo. Imagine que um cliente dependa, hoje, de seus e-mails para trabalhar e que a parada dessa solução gere, além do desconforto financeiro, o emocional. Ainda que os processos de trabalho do fornecedor sejam bem estruturados e alinhados, o cliente somente terá a segurança de que os seus parceiros de negócio estão fazendo de tudo para resolver a questão, se estiver sendo informado sobre os passos que estão sendo dados.
Se você obtiver atenção e um posicionamento proativo do seu fornecedor, não ficará mais seguro num caso desses e poderá até respirar aliviado, mesmo sem ter a certeza de que o problema em si será resolvido rapidamente?
O conjunto de procedimentos, processos e formas de controlar o espaço de tempo em que um problema possa ser recuperado, pode ser um forte motivo para os seres humanos ainda optarem pela interface humana no controle dessas atividades.
A realidade nas empresas
A situação ficaria ainda mais complicada se um servidor com 2.000 clientes, por exemplo, ficasse fora do ar. Se você pensar que cada cliente pode significar uma empresa com pelo menos três caixas de e-mail, estaríamos falando exatamente de 6.000 usuários que teriam sua expectativa atingida de alguma forma.
Nesse caso, além dos procedimentos rotineiros, que podem ir da administração de boletos e faturas a formas de manutenção programada e scripts de atendimento, é básico ter um planejamento de tolerância a falhas, aliado a documentações e processos internos. Tudo isso   pode diminuir  o impacto do problema e mesmo a reação a partir do desconforto do cliente.
Os frameworks (melhores práticas) do fornecedor, quando bem aplicados, podem não só atender às expectativas dos clientes, mas superar todas elas e manter essas mesmas expectativas em alta.
Mas a necessidade de manter-se proativo aumenta e passa por admitir de pronto o problema. No entanto, a atuação do fornecedor de serviços pode ser facilitada pela interatividade do cliente. Se ele também se mantiver ativo, sinalizando o que necessita e quer, fecha-se um ciclo de assertividade que reverterá em bons resultados para ambos. A gestão da qualidade de um serviço ou produto é um trabalho árduo, mas necessário, que impulsiona a empresa e não permite a perda de foco na satisfação do cliente.
É importante entender que clientes demandam a garantia de que seus fornecedores possam maximizar a atenção às suas expectativas e que tomarão medidas reais para cumpri-la.
Quando houver uma parada ou um congelamento dos serviços de e-mail, além da equipe de apoio que atua diretamente no problema, é preciso se preocupar com quem informa e posiciona o cliente referente ao problema.

Realidades virtuais e suporte de TI



Documento: Planejamento 
Objetivo: Análise humana dentro da TI
Organização: Governança de TI
Obs.: Post de minha autoria publicado no blog da Dualtec em em 30 de agosto de 2011

*******************************************************************************

Criar e manipular realidades virtuais é, sem dúvida, um ponto chave para um bom suporte e definições táticas dentro da TI.
Mas o que exatamente você sabe sobre as realidades virtuais?
Posso definir a realidade virtual como um planejamento detalhado e estudo de caso situacional de cada projeto ou ação de suporte. O ato de planejar, levando em consideração o detalhamento de ambientes e formas diferentes de influenciadores de resultado, pode ser considerado a verdadeira forma de criar realidades virtuais.
A realidade virtual no desenvolvimento de um projeto permite se antecipar à maioria dos problemas corriqueiros e diminui a chance de paradas ou desastres. E mesmo assim, muitas vezes, alguns pontos acabam passando despercebidos, sendo necessária uma atuação direta da equipe de suporte.
Ao criar e entender cada realidade virtual, a equipe de suporte deve levar em consideração vários pontos, não só de um panorama técnico, mas também do social, entrando em alguns momentos no mundo e na realidade dos clientes. Parece algo utópico, eu sei, ainda mais em relação a atendimentos como os feitos pelo seu provedor de serviços.
Relembrando a adaptação que fiz da pirâmide de Maslow, no post de 30/08/2011, entendo que o planejamento estratégico e a as realidades virtuais podem ser definidos de forma melhor quando entendemos que o cliente, seja ele uma pessoa física ou jurídica, tem suas necessidades alcançadas e superadas.
Algumas ações se tornaram commodities dentro do munda da TI, e o suporte de qualidade ainda é um diferencial de peso que pode resultar em sucesso ou fracasso de uma corporação, exatamente por tratar do lado humano que está sempre acima do serviço contratado.
Uma ação tática direcionada que pode dar imenso resultado é a forma como a sua corporação aciona e mantém posicionado seu cliente, seja para uma solicitação simples, como a criação de um e-mail, ou uma solicitação mais complexa que envolva um executivo de vendas ou projeto de cloud server.
O papel dos planejadores
Desenvolver formas de controle não burocrático e eficaz ainda é um grande desafio de muitas empresas, principalmente dentro da área de TI.
Quando citamos o SLA, entendemos que as ações táticas devem ser coerentes e permitir a resolução de certos casos, dentro de um prazo que permita um impacto mínimo no ambiente do cliente. Porém é o lado humano que vai manter a politica de parceria e “boa vizinhança”.
Boas práticas e frameworks só funcionam se o planejamento estratégico estiver devidamente claro e bem definido para tomadores de decisão e influenciadores, que pela linguagem técnica podem ser chamados de stakeholders.
O planejamento estratégico pode ser ramificado de várias formas diferentes, sendo imaginado como macro dentro de uma corporação e até de um jeito mais singular dentro de um determinado departamento.
A liderança nesse ponto é essencial para um planejamento bem organizado e coerente com o negócio e com a melhoria de vida de sua equipe.
Uma leitura obrigatória para desenvolver bons planejadores é a do título “Ascensão e Queda do Planejamento Estratégico”, de Henry Mintzberg. Apesar do nome impactante e de aparentar em um primeiro momento que se trata de uma crítica ao planejamento estratégico, podemos verificar que o autor acaba esmiuçando essa atividade objetivamente e criando pontos de reflexão sobre a forma com que as organizações criam seu planejamento para alcançar os seus objetivos.
Desejo sucesso a todos e uma ótima semana.