segunda-feira, 7 de julho de 2014

Manutenção da ativação do Windows com a ferramenta slmgr.vbs


Documento: Ferramenta slmgr.vbs
Objetivo: Estudo dirigido Windows Server 2012 R2
Organização: Ativação do Windows


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MCSA Windows Server 2012 R2
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À algum tempo atrás, um colega e cliente teve sua licença do Windows Divulgada na internet. Seu sistema operacional se tornou alvo de inúmeras ativações e problemas de licenciamento. Após longas conversas e negociações com a equipe da Microsoft, foi adquirido uma nova licença do Sistema Operacional, no caso o Windows Server 2008 R2. Houve então a necessidade da troca da chave de ativação do servidor que estava em operação.

E agora... como fazer quando é necessário trocar a chave de ativação do servidor AD de sua empresa? O medo contante e latente de perder tudo veio a tona, fazendo a equipe de TI perdesse algumas horas e um pouco de cabelo para identificar a melhor forma de proceder com o caso (nessa hora faz falta um profissional certificado). O processo para solução do caso é simples e pode envolver pouco esforço administrativo e uma boa dose de tranquilidade.

Já a tempos não é necessário desinstalar ou formatar o sistema operacional para regularizar uma situação de chave comprometida. A Microsoft permite a troca de chaves "a quente", de forma fácil e rápida através do slmgr.vbs. Novamente lá vamos nós trocar a turbina do avião em pleno trajeto rs... 

Desde o Windows 7 este script padrão permite trocar a chave do Windows, ativar o sistema operacional, gerar relatórios de ativação e até mesmo caracterizar uma situação de rearme do sistema em caso de licenças de teste.

Muito útil em diversos cenários onde não podemos formatar ou reinstalar nosso servidor ou ainda em cenários onde precisamos de mais tempo para resolver um problema relacionado a licenciamento. 

Exitem diversas pesquisas através de canais confiáveis que debatem sobre a diminuição da pirataria no Brasil. Não pretendo abordar algo que busque ferir o ego de muitos e principalmente gerar polêmica entre internautas e empresas. Esta ferramenta (slmgr.vbs), não é uma quebra de licenciamento e sim uma ferramenta para obter facilidades de manuseio relacionado a ativação do produto. Uma forma muito útil de aplicação é em servidores com instalação do tipo Server Core, onde não existe o ambiente gráfico. Imagine precisar instalar a GUI em um servidor com instalação Server Core para trocar a chave ou buscar informações sobre a ativação (completamente desnecessário).


Particularmente, utilizo este modelo em clientes quando tenho servidores KMS ativos, e preciso converter um determinado servidor para outro tipo de licença. Também uso este recurso quando monto laboratórios de estudo e preciso rearmar o período de cortesia e degustação da licença do sistema operacional.

Momento cultural: Um ponto interessante, quando usamos a licença expirada do Windows Server 2008, é que tudo continua funcionando perfeitamente após o prazo, com o desconforto de termos que clicar a todo momento na janela que informa a expiração da licença, já com o Windows Server 2012, quando a licença expira o servidor realmente desliga. 

Sim, isso pode ser um incomodo em um teste de laboratório ou até mesmo em servidores que estão com chaves de degustação por um descuido do administrador de redes. Para descobrir todos os parâmetros possíveis, basta abrir o prompt de comando e digitar slmgr.vbs. Quando você pressionar o Enter será mostrado todos os parâmetros possíveis para a ferramenta. Separei alguns que mais uso no dia a dia:

Podemos utilizar o slmgr.vbs com os seguintes parâmetros: 
  • -ipk => Faz a troca da chave do Windows e deve conter a nova chave de ativação. Digite o comando seguido do parâmetro e depois a nova chave, conforme o exemplo: 
    • slmgr.vbs -ipk XXXX-XXXX-XXXX-XXXX
  • -ato => Permite a ativação rápida do produto. Digite slmgr.vbs seguido do parâmetro -ato.
  • -dli => Exibe informações da licença e status de ativação.
  • -xpr => Exibe a data de validade da ativação

  • -skms => Define configurações de porta e servidor KMS ativo na rede. Permite apontar a estação de trabalho ou servidor para o servidor membro que detém os dados de licenciamento interno da empresa.
  • -cpky => Limpa os dados de chave de produto do registro evitando o ataque de divulgação de chaves.
Importante: 

É sempre bom lembrar que você nunca deve usar comandos e rotinas em ambientes operacionais de produção. Use sempre um laboratório antes de testar em um ambiente real. 







quarta-feira, 2 de julho de 2014

Dispositivos USB pelo Hyper-V



Documento: Tutorial de reconhecimento de dispositivo USB
Objetivo: Estudo dirigido Hyper-V
Organização: Virtualização


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Não quero jogar água fria em vocês amigos, mas o Hyper-V não possui suporte nativo para dispositivos USB, porém isso não significa que não seja possível a utilização. Temos duas formas atestadas para usar unidades USB em máquinas virtuais, porém algumas oferecem mais recursos que outras.

Ambas as técnicas deste post foram testadas em uma situação em que foi instalado o Protheus (Microsiga) em uma máquina virtual. Para quem já trabalha com a solução, sabe que o Protheus usa suas licenças através de um hardlock, que é um tipo de chave USB. Sem isso as licenças não são aplicadas e nada funciona. A missão era exatamente do reconhecimento do hardlock em uma máquina virtual com o Hyper-V.

A primeira coisa que você deve considerar é o tipo de dispositivo que você precisa conectar. Se for um HD externo é possível simular a conexão através do iSCSI Controler, porém isso não funciona com alguns modelos de pendrive e dispositivos USB. Neste caso será necessário o uso de programas do tipo Usb to Ethernet Connector, que transforma o dispositivo USB em um conector de rede. 

Aqui tem o link das soluções, porém recomendo um laboratório de testes antes da aplicação em ambiente real. Notei que dependendo do software legado e da versão do Windows a VM se torna instável.

Usb to Ethernet Connector
http://www.eltima.com/products/usb-over-ethernet/

USB over network
http://www.fabulatech.com/usb-over-network.html


É hora de começarmos a configuração baseados em iSCSI. 

1) Conecte seu dispositivo USB em uma das portas disponíveis no seu computador (máquina host) e aguarde até que seja reconhecido pelo Windows Explorer;

2) Abra o Gerenciamento do Computador (Winkey + X, depois Gerenciador do Computador - Windows 8, 8.1 e Server 2012);

3) Clique sobre o Gerenciamento de Discos (Disk Management);

4) Clique com o botão direito sobre a partição correspondente ao seu dispositivo USB e selecione a opção Alterar letra de unidade e caminho (Change drive letter and paths…) e em seguida clique em Remover (Remove);


5) Clique com o botão direito sobre o box que indica qual é o seu dispositivo USB, por exemplo, Disco 1 e selecione a opção Offline (o bacana é que este processo cai na prova 70-410, de forma mais simples, mas cai). Feito o processo, pode fechar o gerenciador de discos;



6) Abra o Gerenciador do Hyper-V;

7) Inicialize a VM onde você deseja montar o drive USB e mantenha-a “ligada”;

8) No Gerenciador do Hyper-V, de um clique com o botão direito sobre a VM que você deseja adicionar o drive USB e selecione a opção Configurações (Settings);


9) Clique sobre a opção Controlador SCSI (SCSI Controller) e mande adicionar um novo Drive;


10) Agora selecione a opção para inserir um Disco Físico (Physical Disk) e marque o drive disponível.

Obs:

O que pode dar errado? Em alguns testes que fiz a pendrive não ficava offline pelo ambiente gráfico, mas ficava offline quando utilizávamos o DISKPART

Feito o processo seu dispositivo USB estará disponível para uso em sua VM e para desmontar o drive USB da VM basta fazer o processo contrário.

O Hyper-V não oferece suporte de acesso de uma máquina virtual às portas físicas COM e USB do HOST. O que o temos feito é amarrar uma sessão RDP já que esse protocolo permite o redirecionamento da porta USB/COM física para a sessão de terminal remota. Ou seja, do host criar uma conexão RDP para a VM permitindo nas configurações RDP a utilização da porta USB local (HOST) na sessão remota (VM).

É muito importante lembrar que o suporte a USB é encontrado em hypervisores de uso local (VirtualBox, VmWare Workstation, etc), ou seja: A máquina virtual fica rodando apenas em uma máquina física (seu desktop), fora de um cluster, sem alta disponibilidade. Quando falamos de um hypervisor de alta disponibilidade (Cluster Hyper-V, Citrix XenServer e etc), estamos dizendo que todo o suporte a USB é retirado para permitir que a VM seja migrada de um host para outro em caso de falha (alta disponibilidade).

O que alguns analistas ou técnicos não entendem é que a exigência de alta disponibilidade isola os dados de forma protegida em um storage enquanto todo o processamento e alocação de memória é feito por laminas devidamente organizadas através de uma conexão por fibra óptica. O Hyper-V não nasceu para ser um virtualizador menor de pequeno porte. 

Espero ter ajudado e aproveito para lembrar que esta dica pode ser utilizada no contexto das provas do MCSA da Microsoft. Existe um vídeo muito bacana do Eduardo Henrique Rizo que você pode usar como referência. Gostei do trabalho dele e achei bem interessante como complemento. 

Ref: 








sexta-feira, 20 de junho de 2014

Ativação Free do XenServer - Citrix


Documento: Tutorial de Ativação do XenServer
Objetivo: Estudo dirigido 
Organização: Virtualização


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A virtualização de camada zero (direta no hardware), é uma opção muito boa para qualquer pessoa que tenha interesse em utilizar todo o recurso do hardware sem perder nenhum ciclo de clock de processamento, por assim dizer.

É muito comum a busca por ferramentas gratuitas para este fim, então muitas pessoas utilizam uma ferramenta Free da Citrix, o XenServer. Este post é para ajudar a ativar a licença do XenCenter com a chave Free que é fornecida pela própria Citrix.

A chave tem duração de um ano e é necessária para acesso ao XenCenter, que é a ferramenta que nos permite gerenciar os servidores virtuais e unidades lógicas apresentadas. Gosto muito do XenServer não só pela questão da gratuidade, mas pela facilidade de uso, desde que lógicamente você conheça um pouco do idioma Inglês. 

O XenServer permite criação de Farm´s bem elaboradas de acesso a Storages SAN e até unidades de aramazenamento por iSCSI. É uma ferramenta versátil e muito útil, ainda mais para quem possui familiaridade com Linux. Apesar de existirem inúmeras vantagens que deixem o VMWare e o Hyper-V em uma categoria mais elevada de qualidade, é impossível não gostar do XenServer. Cumpre a proposta e atende bem a categoria.

Instalando a chave de ativação Free

1) Preencha o cadastro para a chave Free na Citrix (AQUI)



2) Será encaminhado um e-mail com a chave.

3) Baixe a chave (com extensão .xslic) em sua área de trabalho ou qualquer pasta.



4) Abra o XenCenter, clique em Tools e depois em Licence Manager.



5) Marque qual servidor você pretende ativar e em seguida clique em Activate Free XenServer.

6) Marque o arquivo de licença e pressione OK.

7) Repita o passo 6 para cada servidor XenServer.

E agora é só limpar os logs de alerta de ativação. Por hoje é só e sucesso a todos.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Mude o idioma do Windows 8.1 e Windows Server 2012 R2



Documento: Tutorial de configuração rápida
Objetivo: Estudo dirigido 
Organização: Microsoft Windows

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Muitas vezes recebemos um sistema operacional em inglês ou outro idioma qualquer, e pela facilidade optamos em coloca-lo em nosso idioma padrão que é o português. O mesmo pode ser feito de forma contrária, ou seja, se precisarmos mudar o idioma para Italiano ou Mandarim, por exemplo, é possível através do painel de controle do Windows. Este é um passo a passo rápido que permite a realização desta troca de idiomas.

A mudança de idioma pode ser totalmente nos menus e ambiente gráfico ou apenas no layout de teclado. Fica a seu critério interagir com os idiomas do sistema. Em meu exemplo mantive o sistema nativo e adicionei um segundo idioma. Se você trocar os idiomas será necessário efetuar o logoff e logon da maquina para aplicação das configurações.

Dependendo da configuração das políticas da empresa (me refiro a GPO´s), será necessário reiniciar o computador.

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1) Acesse a barra lateral de configurações, através das teclas de atalho Winkey + I (Winkey é a tecla com a bandeira do Windows que fica no canto esquerdo inferior de seu teclado). Quando a barra aparecer no canto direito da tela, clique em painel de controle.


2) Mantenha a organização dos ícone por categorias (canto direito superior da tela). Aqui no painel de controle, selecione a opção Hardware e Sons.


3) Será apresentado a você diversas opções no canto esquerdo da tela. Escolha a segunda opção de baixo para cima (Relógio, Idiomas e Região). Após esta escolha note que três itens foram apresentados no centro da tela. Escolha alterar método de entrada que esta no item central de Idioma.


4) Nesta tela podemos verificar que é apresentado todos os idiomas instalados em meu Windows. Vamos adicionar um idioma padrão. Clique no botão Adicionar idioma.


5) Existe uma grande quantidade de idiomas disponíveis. Note que cada módulo de idioma é representado por um retângulo. Cada retângulo possui um único idioma, porém existem dialetos ou variações desse idioma que podem ser acessados com um duplo click. Quando um idioma tiver mais de uma opção, será apresentado com retângulos sobrepostos. Veja o exemplo na imagem com o item Inglês. 


6) Após o duplo click no idioma, é possível ainda escolher a variação. Em meu exemplo escolhi o Inglês Estados Unidos e pressionei o botão adicionar.


7) Pronto, o idioma foi adicionado com sucesso. É possível mover os idiomas para cima e para baixo definindo sua prioridade de uso. Se você fechar esta caixa agora, as configurações não serão perdidas e já foram aplicadas.


8) Note que agora o ícone de idioma de teclado que fica na caixa de notificação do lado direito da tela também mostra o segundo idioma para teclado.


9) É possível também chegar às configurações de idioma do Windows através do APP de configurações (Settings) do usuário. Pela opção Geral das configurações do usuário, também é possível alcançar as configurações de idioma.


Espero ter ajudado... 

Grande abraço do Edu.









segunda-feira, 2 de junho de 2014

Arquivos Simulados de extensão .vce para treinar - Estudando para certificação (português)


Documento: Arquivos simulados
Objetivo: Estudo dirigido 
Organização: Arquivos .vce


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Este simulado é gratuito.
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Vamos estudar!

A melhor forma de estudar para uma certificação, seja ela em tecnologia ou não, é elaborar questões sobre um assunto específico. Isso permite que você leia o material, identifique as respostas positivas e negativas e faz com que o conhecimento fique na cabeça.

Tenho o costume de fazer provas por gostar de estudar, e também não posso negar o grande respeito que estes títulos apresentam dentro da TI. Vale a pena se certificar de forma limpa (estudando de verdade), e agregando cada vez mais conhecimento.

Fiz alguns arquivos no formato .vce para estudo de certificações como Cobit, ITIL, MCP, MCTS, MCTIP, MCSA e MCSE.

Estes arquivos não são Dump de prova, ou seja... são minha visão de estudo baseado nos livros de treinamento. Você não vai encontrar aqui a prova montada (tire o cavalo da chuva). Certificar sem saber, só pelo título é algo ruim e deve ser considerado uma verdadeira desonra. Estude, pois o certificado só te da pontos até a entrevista e na hora de apagar incêndio, vai precisar realmente fazer esse certificado valer o conceito. Estude... certifique e vença.

Para fazer o Download dos arquivos .vce, fiz o compartilhamento em meu acervo. Fiquem a vontade para baixar.





quarta-feira, 28 de maio de 2014

Erro Fatal: Falha ao iniciar e configurar o serviço do WSUS


Documento: Artigo técnico
Objetivo: Corrigendo o erro fatal para instalação do WSUS no Windows Server 2012 R2
Organização: Configuração Técnica - Fácil - Servidores Microsoft

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Este erro ocorre durante o processo de configuração do WSUS no Windows Server 2012 e 2012 R2. Para resolver é simples. Vá até o IIS que foi instalado e apague o site criado para o WSUS.

Feito isso rode novamente o assistente de configuração. Simples e fácil.




sexta-feira, 23 de maio de 2014

Configure a Restauração do Sistema no Windows 8.1


Documento: Configure a Restauração do Sistema no Windows 8.1
Objetivo: Problemas com o Windows 8.1 e 8
Organização: Configuração Técnica - Fácil 

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Para quem é da época do saudoso Windows XP sabe que quando ocorria um problema bastava restaurar o sistema através de pontos de restauração. Era uma ferramenta muito útil mas que veio desativada no Windows 8.1 (e em seus antecessores), porém o que poucas pessoas sabem é que o recurso esta sim ainda ativo e pode ser configurado.

Lógico que toda técnica possui seus prós e contras, mas eu particularmente vejo mais prós que contras nesta técnica de "emergências", por assim dizer. Além do mais se você esta pensando em prestar a prova do Windows 8.1 (70-687), vai precisar devorar os detalhes deste sistema e das maneiras de resolver problemas e incidentes.

Mão na massa... 

Você precisa acessar o painel de controle do Windows então use as teclas de atalho Winkey + I (Winkey é a tecla com a bandeira do Windows do lado esquerdo do seu teclado), para acessar um menu do lado direito da tela. Este menu te permite chegar até o painel de controle.



No painel de controle, do lado direito superior da tela, mude as opções para categorias.


Sem sistemas e segurança clique em Encontrar e corrigir problemas.


No canto esquerdo inferior da sua tela, clique em Recuperação para que seja apresentado a tela abaixo. Note que é possível efetuar diversos tipos de recuperação. Clique em Configurar Restauração do Sistema.


Na tela abaixo podemos verificar que a restauração esta desativada. Clique no botão Configurar.


Escolha Ativar a proteção do Sistema e escolha o tamanho do espaço disponível para os pontos de restauração. Lembre-se que quando o espaço que você configurou acabar, os novos pontos sobrepõe os antigos. Na tela abaixo eu configurei para que seja utilizado 14% do disco para armazenamento dos pontos de restauração.


Na tela abaixo é possível notar que a restauração esta ativa dentro da unidade C:\. Para o pessoal das antigas é uma excelente forma de configurar uma chance de recuperar o sistema em caso de problemas de instalação. É algo que pode resolver uma instabilidade devido instalação de um programa ou recurso de forma fácil e simples.


Grande abraço a todos e sucesso.










segunda-feira, 28 de abril de 2014

O conflito nas organizações - um sistema de inter-relações complexo.



Documento: O CONFLITO NAS ORGANIZAÇÕES
Objetivo: Trabalho acadêmico
Organização: Gestão

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Autor: Eduardo Rodrigues Sant´ana Popovici
Professor orientador: Dr. Sérgio Schiratto
Matéria: Gestão de Conflitos

Trabalho apresentado para o curso de MBA, Planejamento estratégico de negócios com suporte da TI da Faculdade de Tecnologia Impacta

O Conflito é um processo definido e reconhecido como característico do Ser Humano. O principal motivo para o acontecimento deste fato é o Ser Humano estar integrado num sistema de inter-relações. Entender e gerir soluções para situações que geram conflitos não é uma tarefa fácil.
As organizações são compostas por grupos de pessoas que interagem entre si, seja de um modo mais ténue ou mais vigoroso. Estes discutem devido a discordância de ideias, diferentes interpretações das ocorrências ou valores opostos. “(...) o conflito não é apenas inevitável, ele representa a natureza das organizações complexas, (...) [Não] significa a ruptura de um sistema intencionalmente cooperativo antes é central ao que uma organização é” (Putnam, 1997 p.148). Este constitui uma evidência tão fincada das organizações que é impensável supor, a sua supressão ou que este seja sempre negativo ou desnecessário.
Como o conflito é parte do ser humano, se torna um fenómeno incontornável, tornando-se necessário sua gestão e compreensão de modo a que as que as suas vantagens sejam aproveitados e os seus efeitos diminuídos ou anulados.

Grandes inovações tecnológicas surgiram graças ao conflito de interesses e ideias, de pessoas com opiniões diferentes sobre um determinado assunto, posso citar como exemplo alguns casos muito interessantes e famosos na história da tecnologia, como o lançamento do iPhone da Apple.
Esteve Jobs foi um gigante em seu mundo de inovações, sonhos e como conta sua biografia, também um gigante em seus conflitos. Toda sua equipe vivia em uma enorme pressão e competição interna por resultados.

Imagine viver em um mundo em que seus resultados são detalhes que fazem a diferença em valores absurdos e cada colega de baia é um competidor de extremo potencial. Isso é a mais cruel de todas as ações, pois fez-se verdade a frase de Thomas Hobbes, de que o homem, sem predadores naturais, torna-se o lobo de si mesmo.

Tudo o que rompe nossa área de conforto gera um conflito com nosso interesse. Imagine viver sob a pressão de perder tudo o que foi construído em uma empresa para um colega da baia ao lado; um verdadeiro lobo faminto por sucesso. Muitas vezes isso nem realmente acontece, pois o nosso conflito, nem sempre é o conflito de outro.

Todo processo de contraste e adaptação entre interesses é importante para a evolução da maturidade corporativa como um todo, porém é importante frisar que o confronto deve ser entendido, adaptado e superado. Quando existe inflexibilidade de uma das partes do conflito, muitas vezes é gerado perda de produtividade, performance e até valores altos e até talentos inovadores (que a meu ver é a pior coisa que pode acontecer com uma empresa).

Percebo que a expectativa é uma das principais causas de conflitos entre profissionais e a ausência de interpretação estratégica de uma consequência futura.

Racionalidade e centralização do objetivo ajudam a evitar expectativas ou frustrar seus efeitos mais devastadores, pois permite que um determinado indivíduo analise cada situação em uma espécie de realidade virtual. Quanto mais realidades virtuais essa pessoa traçar, maiores serão as chances de se preparar para eventos que possam causar um conflito. Isso não impede que exista um, porém pode auxiliar minimizando seu impacto e transformando dúvidas e anseios em respostas e resultados.

Quando se estiver administrando um conflito, é de grande importância que, antes de se tomar qualquer decisão, investigue-se os fatos ocorridos, o histórico das pessoas envolvidas como o tempo em que os envolvidos no conflito trabalham na empresa, suas condutas e desempenho etc. Importante ressaltar a importância de se empregar a empatia, ou seja, tendência para sentir o que sente a pessoa na dada situação e circunstâncias; considerar os valores da organização; levar em consideração pressões não usuais de trabalho como, por exemplo, o fato de dois funcionários terem uma discussão; se o produto dessa empresa é sazonal e se, no período que antecedeu a referida discussão, os funcionários tiveram que aumentar sua jornada de trabalho; verificar a ocorrência de explicação insatisfatória, por parte do responsável, de normas e/ou procedimentos etc. Tudo isto para que injustiças não sejam cometidas e o conflito tenha um final satisfatório para todos os envolvidos

O papel adquirido de Gestor de Conflitos deve ser mais racional e menos emocional, além de possuir uma interlocução digna dos grandes líderes da história, pois lidar com pessoas de um mesmo departamento, por exemplo que são bons em seu trabalho, requer muito cuidado.

Uma má gestão de conflitos pode causar grandes perdas, conforme comentei a pouco e o impacto pode ser desastroso. Imagine uma empresa que depende de um profissional específico como um projetista ou engenheiro de sistemas, no caso da TI de uma organização.

A dependência dos seres humanos é a grande razão para que seja altamente necessário o estudo das formas de se resolver um conflito com o menor dos impactos.

A técnica do SWOT pode ser adaptada para esse tipo de situação, mesmo que não criada para esse fim, posso entender que por se tratar de uma ferramenta poderosa para se definir onde a corporação esta e para onde quer ir, também pode ser utilizada para um departamento e até para um determinado profissional. Isso pode auxiliar muito com a identificação de interesses divergentes de uma empresa ou até mesmo um vulnerabilidade em comum que pode custar a perda de resultados e talentos.

A Análise SWOT ou Análise FOFA ou PFOA (Potencialidades, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças) é uma ferramenta utilizada para fazer análise de cenário (ou análise de ambiente), sendo usada como base para gestão e planejamento estratégico de uma corporação ou empresa, mas podendo, devido a sua simplicidade, ser utilizada para qualquer tipo de análise de cenário, desde a criação de um blog à gestão.
A Análise SWOT é um sistema simples para posicionar ou verificar a posição estratégica da empresa no ambiente em questão. A técnica é creditada a Albert Humphrey, que liderou um projeto de pesquisa na Universidade de Stanford nas décadas de 1960 e 1970, usando dados da revista Fortune das 500 maiores corporações.

A utilização do SWOT me permitiu identificar itens como etnocentrismo, uso impróprio de práticas gerenciais, percepções diferentes e comunicação truncada entre pessoas e departamentos. Através deste estudo podemos minimizar a quantidade de conflitos através de processos e com isso direcionar o foco de atenção para os conflitos que tem causa mais específica e destruidora.

Conflitos são bons para a evolução da maturidade de uma empresa e dos seres humanos que lá atuam, porém é necessário formar um pensamento racional mais direcionado aos conflitos menores que deixam de existir com alinhamento de processos.

Cada tipo de ação envolve o conhecimento do perfil e atuação de profissionais, e acredite, as pessoas mudam constantemente. Existem pessoas que sob pressão são exímios gestores e especialistas, trabalhando freneticamente para garantir o sucesso profissional e financeiro. São verdadeiras muralhas emocionais, ou pelo menos se apresentam como tal, porém é sabido que todo ser humano possui um ponto fraco ou um momento de liberação da válvula de escape.

Um bom dia em momento inoportuno pode ser o estopim de uma explosão emocional que gera impacto direto nos resultados do departamento e empresa.

A necessidade de conhecer algumas características das pessoas, para identificar se estarão aptas para desempenhar determinadas tarefas a contento, demanda da obrigatoriedade de se constituir equipes, pois estas aumentam significativamente a produtividade. Segundo Lain Maitland, existem seis tipos de indivíduos e sua forma de interpretar o mundo.

Seriam eles, o pensador, o organizador, o realizador, o que veste a camisa, o controlador e o analisador. Um gestor com senso crítico e visão das realidades virtuais não considera nenhum dos perfis negativos, pois dependendo de uma necessidade específica, pode fazer de bom uso de cada perfil.

Até mesmo os tipos de comportamentos são úteis para determinadas situações. Imagine a polícia militar do estado de São Paulo sem a tropa de choque, considerada agressiva e de pouca conversa. Quem mais entraria em um presidio rebelado para entrar em confronto direto, sem se importar com sua vida ou de outros.

Esse perfil já é desnecessário quando citamos o PROERD, que é o Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência; é um programa de educação preventiva ao uso de drogas, que tem por objetivo evitar que crianças e adolescentes iniciem o seu uso. Sua atuação precisa de muita flexibilidade, adaptação e principalmente empatia.

Para entender um conflito em seu modo mais direto e objetivo, faz-se necessário não só compreender o comportamento dos seres humanos envolvidos, como também dissecá-los em sua psique. Para tal, é imperioso entender que o comportamento nada mais é do que o resultado do somatório de vários fatores, dentre eles podemos citar: os medos que uma pessoa possui, as emoções vivenciadas, suas experiências adquiridas no transcorrer de sua existência, suas crenças, as preocupações que a afligem; sua autoestima etc.

Esse entendimento da situação me faz citar obrigatoriamente o trabalho de Abraham Maslow e sua pirâmide. Se analisarmos as situações utilizando uma identificação básica de necessidades, todo o entendimento da realidade virtual se torna mais fácil. Em qualquer situação sempre teremos indivíduos que farão uma verdadeira parábola emocional, cheia de altos e baixos pela fisiologia até a realização pessoal.
Quando entendemos o conceito, fica fácil e aplicar a uma determinada realidade, como a análise de risco, por exemplo. Entendemos então que gerenciar riscos é se antecipar pensando no que poderia dar errado, antes mesmo que aconteça de fato. Só podemos entender de fato esse tipo de gestão, se conhecermos a fundo nossos profissionais, suas necessidades e valores emocionais.

Depois de colocar cada item em seu devido local podemos então gerar os indicadores que quando interpretados permitem ver o nível e gravidade do conflito. Segundo Idalberto Chiavenato, graduado em Filosofia/Pedagogia, com especialização em Psicologia Educacional pela USP, em Direito pela Universidade Mackenzie e pós-graduado em Administração de Empresas pela EAESP-FGV, é possível separar o conflito em 03 tipos básicos. São eles o conflito percebido ou latente, o conflito experienciado ou velado e o conflito manifestado ou aberto.

1.       Conflito percebido ou latente: ocorre quando existem vários objetivos e há oportunidades de interferência ou bloqueio de objetivos por parte dos participantes;
2.       Conflito experienciado ou velado: ocorre quando as partes envolvidas nutrem sentimentos de hostilidade, raiva, medo e descrédito, no entanto, não é manifestado externamente de forma clara;
3.       Conflito manifestado ou aberto: quando o conflito é manifestado sem nenhuma dissimulação.

Conclusão
Entender os conflitos, permite ao gestor trabalhar com a melhor equipe disponível com o maior grau de qualidade humana, seja para seu time de profissionais, clientes e demais colaboradores.

Conflitos existem e sempre existirão, pois o ser humano muda a cada dia e suas experiências de vida, tornam os elementos do conflito mais refinados e adaptáveis.

Podemos considerar que uma análise estrutural de conflitos tem por objetivo reduzir o impacto negativo dentro da realidade de vida humana.

Com a norma ISO 20.000, podemos captar como a gestão de conflitos impacta diretamente sobre a entrega de serviços sobre um determinado bem material. Se interpretarmos nossa sociedade atual e a aquisição de bens de consumo, notaremos que o ser humano não compra produtos ou serviços, compra a satisfação de suas necessidades. Tais necessidades podem ser facilmente identificadas no trabalho de Maslow.


Somos seres sociais, repletos de conflitos emocionais que giram nossa economia e são parte ativa de nossa realidade.